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Saúde

23/04/2017 ás 13h14 - atualizada em 24/04/2017 ás 14h33

Alessandro Guerra

Corrente / PI

O “Toma lá, Da Cá”, da saúde no Extremo Sul do Piauí
Preocupação e sofrimento define a realidade da saúde no Extremo Sul do Estado
O “Toma lá, Da Cá”, da saúde no Extremo Sul do Piauí

Raros são os casos em que pessoas que já precisaram dos serviços do hospital João Pacheco Cavalcante na cidade de Corrente, apontaram atendimento satisfatório e de qualidade.


O hospital que ao longo dos anos tem servido mais como cabide de emprego politico do que como um solucionador de enfermidade das pessoas, falta praticamente tudo, menos a boa vontade dos médicos que com pouco fazem muito. Ausência de UTI, falta de ambulância, falta de medicamentos, pagamento atrasado aos funcionários são alguns dos problemas que sempre acarretou o Hospital.


Diante de tais deficiências, muitos foram os momentos de apuros vividos pelas pessoas que precisarem de um atendimento na hora mais necessitada da vida. Dor, preocupação, angústia e tempo marcaram a vida de muitas pessoas, que na impossibilidade de ser atendidas aqui, em muitas situações tiveram que por contra própria se “rebolar”, para salvar a vida de seus parentes fora.


O “toma lá, da cá”, é o que mais maltrata que já esta maltratado, o joga joga é o que mais gera sofrimento em que já está acometido por uma enfermidade, ambulâncias sem estrutura, transportam pessoas de Corrente para  Bom Jesus quando não resolvido lá, os pacientes são encaminhados para Floriano e em último caso para a capital Teresina há mais de 800 Km, tudo isso em alta velocidade numa BR, em grande parte sem acostamento, ondulada e estreita.


Enquanto os governos não investem de fato na saúde do Extremo Sul do Piauí, continua a preocupação das pessoas em serem acometidas por enfermidades mais complexas, de tal modo que não sabem o que pode acontecer ser tratada em sua cidade de origem ou ter que ser submetidas ao “toma lá, da cá”.

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Comentários

1 comentários

Leila

  ·  riacho frio - PI É uma situaçao preocupante já sentida a muito tempo,estou em um período gestacional em fase final,e o medo cresce a cada dia pelo fato da decadência que se encontra o hospital de corrente! Em 23/04/2017 ás 00h00
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