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16/08/2018 ás 11h38 - atualizada em 16/08/2018 ás 14h44

Alessandro Guerra

Corrente / PI

Paróquia Nossa Senhora da Conceição celebra jubileu de 800 anos da Ordem Mercedária
A missa em ação de graças será realizada na Praça Padre Eliseu Cavalcante, ás 18h. O bispo, Dom Marcos Tavoni, presidirá a missa que será celebrada pelos religiosos Mercedários da paróquia e padres convidados
Paróquia Nossa Senhora da Conceição celebra jubileu de 800 anos da Ordem Mercedária

A Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Corrente (PI), celebra  no próximo sábado (18), o Jubileu o jubileu de 800 anos da Ordem Mercedária.


A missa em ação de graças será realizada na Praça Padre Eliseu Cavalcante, ás 20h. Antes haverá cenáculo do grupo Sentinela ás 18h com distribuição de rosas. O bispo da diocese de Bom Jesus, Dom Marcos Tavoni, presidirá a missa que será celebrada pelos religiosos Mercedários da paróquia e padres convidados.


“Você é o nosso convidado especial. Você que faz parte dessa história venha viver conosco esse grande momento de fé para nós mercedários e para toda a nossa comunidade Correntina que estará celebrando junto esse grande jubileu”.  Convida o Frei Francisco Oliveira.


800 anos de fundação


O carisma mercedário teve início em primeiro de agosto de 1218, quando Pedro Nolasco rezava, angustiado, na Catedral de Barcelona, uma vez que suas economias já haviam se esgotado e, por isso, não podia dar continuidade ao trabalho que realizava: a libertação de cristãos presos por conta da fé que professavam.


Foi quando a Virgem Maria apareceu ao jovem, dando-lhe a seguinte missão: libertar os cristãos cativos, transformando o trabalho que já fazia numa ordem religiosa chamada Ordem da Virgem Maria das Mercês da Redenção dos Cativos de Santa Eulália de Barcelona.


Em poucos dias, tudo já estava encaminhado para a fundação da ordem, que recebeu a aprovação da Igreja, através do bispo Berenguer de Palau – que presenteou a congregação com a cruz da catedral de Barcelona, e do rei Jaime I de Aragão – que concedeu o brasão de armas da Coroa de Aragão.


Pedro Nolasco e os demais membros da ordem foram chamados a visitar e libertar os cativos, tal como Cristo que visita seus amigos, libertando-os das situações difíceis da vida. 


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