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14/08/2018 ás 12h26 - atualizada em 21/08/2018 ás 10h58

Alessandro Guerra

Corrente / PI

Açougueiros buscam apoio do legislativo, após terem seus estabelecimentos fechados pelo PROCON
A polêmica iniciou no ano de 2016, quando o Ministério Público recomendou que o abate e comercialização de carne e produtos de origem animal em Corrente não poderia ser feito sem prévia inspeção sanitária
Açougueiros buscam apoio do legislativo, após terem seus estabelecimentos fechados pelo PROCON
Foto: Alessandro Guerra

Continua a polêmica sobre o abate de animais e a comercialização de carnes no município de Corrente. Na última segunda-feira (13), um grupo de açougueiros esteve na câmara municipal buscando apoio da casa legislativa para ajudar na questão.


De acordo com eles, seus estabelecimentos comerciais foram fechados pelo Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON), após fiscalização requisitada pela promotora de Justiça, Gilvânia Alves Viana.


A polêmica iniciou no ano de 2016, quando o Ministério Público recomendou que o abate e comercialização de carne e produtos de origem animal em Corrente não poderia ser feito sem prévia inspeção sanitária. Ainda na oportunidade pontuou que esses estabelecimentos fizessem melhorias em suas estruturas fisicas, como: estruturação de azulejos nas paredes, e adoção de frigorificos refrigerados.  


Alguns supermercados e açougues na cidade chegaram a adquirir carne em frigoríficos em Barreiras- BA, mas depois a situação voltar a ser como antes.


A prefeitura


Como medida paliativa, a prefeitura alugou um espaço no bairro Vermelhão, reformou e fez a parceria com uma empresa privada que possui caminhão refrigerado para abate e entrega da carne nos estabelecimentos comerciais da cidade, ate que o matadouro do estado seja concluído.


"A nossa responsabilidade é no sentido de dar apoio. Não podemos admitir que a capital da pecuária retroaja desse jeito, o prefeito Murilo está dando todo o apoio para que em poucos dias possamos resolver essa questão. No momento estamos tirando as licenças ambientais, adequando o nosso quadro de funcionários, inclusive convocando um aprovado no curso para veterinário, para que possamos certicar e acompanhar o abatimento desses animais". Informou o secretario de Desenvolvimento Rural, Benjamin Filho.


A Câmara Municipal


Parlamentares como: Luiz Augusto, Gutão e Toni, criticaram a ação do MP, segundo eles, certos pontos é compreensível, mas o órgão deve entender a realidade do município, e que para se chegar a essa adequação exigida não é de uma hora para outra. Um requerimento de autoria do vereador Gutão, criou uma comissão que será composta por Luiz Augusto, Toni e Joabe Santana para acompanhar a questão.


Matadouro do estado



O matadouro ques está sendo construido pelo governo do estado, na localidade Pau de Terra, há cerca de 12 km da cidade de Corrente, poderia ser a solução para o problema, no entanto, a obra que começou no início do ano de 2017 e já deveria ter sido entregue segue parada. Na última segunda-feira (13), a nossa reportagem esteve no local e constatamos a situação.

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