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Educação

03/11/2017 ás 16h10 - atualizada em 03/11/2017 ás 16h26

Alessandro Guerra

Corrente / PI

Sindicato denuncia descaso com a educação estadual em Corrente
Comissão de avaliação constatou in loco a falta de estrutura em várias escolas
Sindicato denuncia descaso com a educação estadual em Corrente

Em vistoria realizada em escolas da rede estadual de ensino no município de Corrente o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica Pública do Piauí (Sinte-PI), constatou falta de estrutura nas instituições e classificou a situação como calamitosa.


A comissão de avaliação composta pela presidenta do Sinte-PI, professora Paulina Almeida, vice, Kassyus Lages, secretária adjunta de esporte Rosimeire Paulina e a presidente do núcleo regional de Corrente, Sandra Marília, registraram várias unidades escolares irregulares com escassez de estrutura como falta de janelas, portas, refeitórios, banheiros adequados, além da falta de material escolar e local apropriado para aulas.


A situação é tão crítica que ate a própria sede da 15ª Gerencia Regional de Educação sofre com a falta de estrutura, fato curioso questionado pela comissão. “Fica a questão: Se a sede da Gerência Regional de Educação (GRE) está em estado de calamidade, imagina a situação das escolas daquela região! Onde a Seduc tem realizado suas atividades quando vai àquela região?”. Questionou.


Segundo Kassyus Lages, o abandono por parte do poder público é constatado notoriamente por todos. “A situação é de calamidade pública, temos imagens cruas de abandono. Lamentavelmente vemos a propaganda do governo do estado dizendo que é um estado que cresce com sua gente. Eu acho que é um estado que está afundando com sua gente, por que no momento que eu gasto milhões em uma propaganda enganosa onde apenas uma ou duas escolas é próxima do ideal de funcionamento, eu deveria estar gastando milhões para que essa propaganda fosse feita pelos próprios alunos em suas redes sociais, que mostrariam sem custos suas escolas limpas, pintadas, reformadas”, comentou o vice- presidente.


Ainda de acordo com Kassyus, a promotora de justiça da cidade de Corrente se prontificou a ajudar na cobrança da situação vexatória de descaso com os alunos e profissionais da educação. A situação é mais grave em escolas de ensino fundamental, que estão com suas estruturas físicas mais precárias.


 



FONTE: SINTE

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